Janis Joplin foi presa em novembro de 1969 na Florida acusada de dizer obcenidades a policiais durante o concerto de Tampa. As acusações foram desconsideradas depois de parecer segundo o qual ações da cantora foram um exercício de livre discurso. Do site http://www.thesmokinggun.com/mugshots/celebrities
Gastei uma hora pensando em um verso que a pena não quer escrever. No entanto ele está cá dentro inquieto, vivo. Ele está cá dentro e não quer sair. Mas a poesia deste momento inunda minha vida inteira.
Portugueses amam a poesia. Esse texto abaixo fala sobre o lançamento de "A Poesia é para comer" organizada por Ana Vidal, de Sintra, que escolheu poemas de 80 poetas de língua portuguesa com alguma menção a comida para seu belo livro. Fico feliz por tambem ter sido selecionada.
Não conheço Ana, ela leu meu poema pela internet. É o que está mais do que acontecendo, finalmente: a internet democratiza, não precisamos mais de panelinhas literárias!
Nesta quarta, a partir das 19h30, no café do Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
http://lulacerda.ig.com.br/a-poesia-e-pra-comer-chefs-brasileiros-e-portugueses/ Chefs brasileiros e portugueses reuniram receitas para a montagem de “A poesia é pra comer”, com poemas correspondentes a cada receita e, ainda, ilustrações de obras de artistas plásticos do Brasil e de Portugal. O livro será lançado nesta quarta-feira (26/10), às 19h, no Jardim Botânico, com pratos do Jojô Bistrô, da Joana Carvalho, uma das que sugeriram receitas. Luciana Fróes fez a seleção dos chefs nacionais. Nomes como Claude Troisgros, Roberta Ciasca, Renata Saboya, Alex Atala, e ilustrações de artistas como Vik Muniz e Portinari embelezam as páginas, compondo a união de comida, poesia e obras de arte.
Reproduzo no blog a coluna de Ruy Castro, publicada hoje na Folha de Sáo Paulo. A dica foi do Iberê.
No dia 18 de março de 1976, o pianista brasileiro Francisco Tenório Jr., 33, estava em Buenos Aires para uma temporada no Teatro Rex com seus patrícios Vinicius de Moraes e Toquinho. Naquela noite, saiu do hotel Normandie, onde estavam hospedados, e deixou um bilhete: “Vou comprar cigarros e um remédio. Volto já”. Não voltou -nunca mais.
Fora confundido com um militante procurado pela ditadura argentina e levado preso. Por falar bem espanhol e com sotaque portenho, não acreditaram que fosse brasileiro, músico e inocente. Passaram a torturá-lo, com a colaboração, a partir do quinto dia, de agentes brasileiros da Operação Condor, braço internacional das ditaduras argentina, brasileira, chilena e uruguaia. Nove dias depois, seus algozes se convenceram de que tinham se enganado. Mas, já então, Tenório estava cruelmente machucado. Pior: vira o rosto deles. Não podiam devolvê-lo à rua. O jeito era matá-lo, o que fizeram com um tiro, no dia 27. Dali Tenório foi dado como “desaparecido”, e o Brasil nunca se empenhou em elucidar o fim de um de seus filhos mais talentosos -autor, em 1964, aos 21 anos, do grande disco instrumental “Embalo”.
Os detalhes gravíssimos sobre a morte de Tenório só começaram a aparecer dez anos depois, em 1986, e mesmo assim porque um membro da inteligência argentina resolveu contar. Pois, agora, os argentinos, que não estão varrendo a sua ditadura para debaixo do tapete, nos darão em breve nova lição.
No dia 16 de novembro, às 14 h, a cidade de Buenos Aires, por iniciativa do deputado portenho Raul Puy, homenageará Tenório com uma placa na fachada do hotel Normandie, na rua Rodríguez Peña, 320, de onde ele saiu para morrer. Ela dirá: “Aqui se hospedou este brilhante músico brasileiro, vítima da ditadura militar argentina”.
Jornalista e escritora, autora de Suplemento Literário-Que falta ele faz! : Tinhorão, o Legendário; As Dez Mil Coisas (poesia) e do e-book Jornalismo Século XXI- O modelo #mídia NINJA
VIVA BABEL
Notícias de Babel.
O título homenageia Xose Velo Mosquera, Pepe Velo, professor, poeta, revolucionário galego, que criou o lema e viveu por ele.
Sonhos de Leonardo
CRUEL
Sérgio Sampaio
Tudo cruel, tudo sistema Torre Babel, falso dilema É uma dor que não
esconde o seu papel São Carlos, morro, Borel Eu subo e nunca estou no céu
Torres
Orides Fontela
Construir torres abstratas
porém a luta é real. Sobre a luta
Nossa visão se constrói. O real
Nos doerá para sempre
CONTADOR DE ACESSOS - 06/03/2009
Páginas que revelam uma época . Autora discute legado do Suplemento Literário,
editado nos anos 50 e 60 (clique na imagem para ler)
Uma análise da relação entre imprensa e cultura. No prefácio do livro, Antonio Candido relembra
o contexto em que surgiu o Suplemento (clique na imagem)
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PANORAMA
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Bilhete postal triplo, circulado em 1913.
Clique nas imagens do Memória de Poços de Caldas para ampliá-las.
*"Povo que não conhece sua história está condena...