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sexta-feira, outubro 29, 2010
Monty Phyton: Todo esperma é sagrado
Ótimo para esses dias em que o tal papa bento se mete em eleições, aborto, aids, etc.
Adoro Monty Phyton
Comediantes brasileiros tentaram copiar o Monthy Python, mas o máximo que conseguiram foi usar perucas...
quinta-feira, outubro 28, 2010
quarta-feira, outubro 27, 2010
terça-feira, outubro 26, 2010
Música e a experiência do silêncio: John Cage
No Facebook, Alberto Marsicano fez um post demais. O músico que toca cítara, discípulo de Ravi Shankar e Krishna Chakravarty, na Banaras Hindu University(bhu), lembrou Stravinki:
A música estabelece a relaçao entre o homem e tempo
( Igor Stravinski)
"Mas" , diz Marsicano, "a experimentação do silêncio foi inaugurada na música ocidental por Satie em seus acordes da Gymnopedie pontuados pelo silêncio. Cage radicalizou compondo a peça onde o silêncio é protagonista.Nao há pausa no barroco, nas igrejas nao tem espaço vazio, e Bach é um motor blessed. Mas na pintura oriental, manchas de nanquim flutuam entre espaços brancos.Na música indiana, o silencio é afinado ( eles inventaram o 0)".
Uma vez li um artista plástico oriental falando sobre a nossa arte: "vocês pintam o cheio, nós o Vazio."
Sintam a experiência do silêncio. No Youtube há 4'33" de várias formas, e também no ukelelê...
Ah, o silêncio, nunca o ouvimos, é uma civilização do ruído exterior e interior.
Silêncio a gente até teme.
Enquanto isso, nas ruas, última moda é carro caro, de ventanas abertas, espalhando pra quem nao quer nem merece ouvir, os ruídos tenebrosos de seu som.
A música estabelece a relaçao entre o homem e tempo
( Igor Stravinski)
"Mas" , diz Marsicano, "a experimentação do silêncio foi inaugurada na música ocidental por Satie em seus acordes da Gymnopedie pontuados pelo silêncio. Cage radicalizou compondo a peça onde o silêncio é protagonista.Nao há pausa no barroco, nas igrejas nao tem espaço vazio, e Bach é um motor blessed. Mas na pintura oriental, manchas de nanquim flutuam entre espaços brancos.Na música indiana, o silencio é afinado ( eles inventaram o 0)".
Uma vez li um artista plástico oriental falando sobre a nossa arte: "vocês pintam o cheio, nós o Vazio."
Sintam a experiência do silêncio. No Youtube há 4'33" de várias formas, e também no ukelelê...
Ah, o silêncio, nunca o ouvimos, é uma civilização do ruído exterior e interior.
Silêncio a gente até teme.
Enquanto isso, nas ruas, última moda é carro caro, de ventanas abertas, espalhando pra quem nao quer nem merece ouvir, os ruídos tenebrosos de seu som.
O gênio da multidão
Trecho do documentário Born into this, de John Dullaghan , sobre a vida de Charles Bukowski, o Hank.Impressionante este homem, que responde "O amor é um cão dos infernos", ao entrevistador que afirma que, em seus livros, amor é sinonimo de sexo.Diz que ele nao entendeu nada. Este é o titulo de um de seus livros de poemas.
Impressionante sua primeira mulher, ao lado da filha, impressionantes lembranças.
Hank lembra das chibatadas do pai, desde os 6 anos de idade. Fotos de Hank com mulheres que o amaram e não o amaram. E uma "pesquisa" que fez para o livro Mulheres. Ficou famoso em vida, apareceram muitas mulheres. Na infância e juventude, tinha o rosto marcado por uma terrível acne.
Mulheres à beira do seu leito de morte, conta uma delas, parece que o amou muito.
Publicado pela L&PM desde 1979, tem milhares de leitores em todo o Brasil, diz o editor Ivan Pinheiro Machado. As novas gerações devoram os livros de Bukowski com a mesma avidez que aqueles que hoje são cinquentões consumiam na década de 70.
Neste poema, um retrato do ser mediano.Sempre atual.
Cuidado com o homem mediano, com a mulher mediana
(...)
Incapazes de criar arte
eles não entenderão arte
domingo, outubro 24, 2010
Van Gogh nos Sonhos de Kurosawa
Gênio do Oriente homenageia gênio do Ocidente.
Tanta beleza.
De arrepiar.
O mundo é belo.
sábado, outubro 23, 2010
Satie e
sexta-feira, outubro 22, 2010
Diane di Prima:"O poeta é a última pessoa que ainda diz a verdade quando ninguém mais ousa"
“I think the poet is the last person who is still speaking the truth when no one else dares to. I think the poet is the first person to begin the shaping and visioning of the new forms and the new consciousness when no one else has begun to sense it; I think these are two of the most essential human functions”
— Diane di Prima
Uma entrevista interessantissima com a poeta aqui
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