No dia 21 de agosto postei aqui a expulsão do grupo brasileiro Teatro da Curva do aeroporto de Londres, onde foram convidados para participar de um festival. Meu amigo Arkan, que mora na França, publicou no blog dele. Hoje Arkan me escreveu dizendo que um amigo que mora em Londres descobriu a carta do grupo que o Arkan traduziu neste outro blog, e que tambem está rolando em Londres
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A frase de Walter Benjamin achei em um dos videos sobre Pepe Velo Mosquera, o autor da frase que dá nome a este blog: Viva Babel! E que foi um revolucionário contra as tiranias fascistas da Peninsula Ibérica e contra todas as tiranias.
1- Um videopoema onírico "de cando o futuro ibérico foi un soño americano en clave africana", de Anxo Rabuñal + Ricardo Coral Dorado + Geno Rey + Fran Pérez + Velo Mosquera, do ano 2000. Um poema de Pepe Velo musicado por Fran Pérez, que estou procurando a letra.
2-Trecho do filme Santa Liberdade, de Margarita Ledo Andion
3-Pepe Velo, verbas coma lóstregos/Palavras como relâmpagos
Os teus colares de pérolas fingidas amaram comigo as minhas horas melhores. Eram cravos as flores preferidas, talvez porque não significavam requintes. Os teus lábios festejavam sobriamente a ironia do seu próprio sorriso. Compreendias bem o teu destino? Era por o conheceres sem que o compreendesses que o mistério escrito na tristeza dos teus olhos sombreara tanto os teus lábios desistidos. A nossa Pátria estava demasiado longe para rosas. Nas cascatas dos nossos jardins a água era pelúcida de silêncios. Nas pequenas cavidades rugosas das pedras, por onde a água escolhia, havia segredos que tivéramos quando crianças, sonhos do tamanho parado dos nossos soldados de chumbo, que podiam ser postos nas pedras da cascata, na execução estática duma grande ação militar, sem que faltasse nada aos nossos sonhos, nem nada tardasse às nossas suposições.
Esta, das mais belas do nosso cancioneiro, me ocorre quando encontro amigos que fazem parte da minha vida há muito, desde a tenra adolescência. Na costura da minha vida Mais um ponto No arremate do sorriso mais um nó
Nos reconheceríamos, se nunca mais tivéssemos nos visto.Temos a mesma cara. Na costura de nossas vidas, tantos pontos, linhas e planos. Cerzidos invisíveis que deram tantas vezes em retalhos abandonados. Outras, em esplendorosas criações. Sorrimos até chorar, choramos até sorrir. Remédios para dormir, remédios para acordar, perdas, lutos, nascimentos. E lembramos de viagens pela América Latina. África. Europa.
Eu quero é destilar as emoções.
E quando o sol raiar desentendido Eu vou ferir a vista no amanhã E olharei para quem vai pro trabalho Com os olhos feito os olhos de uma rã
O professor Antônio Cândido fala sobre seu colega Florestan Fernandes durante homenagem ao sociólogo brasileiro, na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST, no início de setembro de 2009.
Certa vez, falando comigo em pesquisa para o livro sobre o Suplemento Literário do Estadao, o professor Candido classificou como "ser de exceção" seu outro amigo de toda a vida, Décio de Almeida Prado. Eu acho que são seres de exceção eles todos, esses três amigos que orgulham o país.
Jornalista e escritora, autora de Suplemento Literário-Que falta ele faz! : Tinhorão, o Legendário; As Dez Mil Coisas (poesia) e do e-book Jornalismo Século XXI- O modelo #mídia NINJA
VIVA BABEL
Notícias de Babel.
O título homenageia Xose Velo Mosquera, Pepe Velo, professor, poeta, revolucionário galego, que criou o lema e viveu por ele.
Sonhos de Leonardo
CRUEL
Sérgio Sampaio
Tudo cruel, tudo sistema Torre Babel, falso dilema É uma dor que não
esconde o seu papel São Carlos, morro, Borel Eu subo e nunca estou no céu
Torres
Orides Fontela
Construir torres abstratas
porém a luta é real. Sobre a luta
Nossa visão se constrói. O real
Nos doerá para sempre
CONTADOR DE ACESSOS - 06/03/2009
Páginas que revelam uma época . Autora discute legado do Suplemento Literário,
editado nos anos 50 e 60 (clique na imagem para ler)
Uma análise da relação entre imprensa e cultura. No prefácio do livro, Antonio Candido relembra
o contexto em que surgiu o Suplemento (clique na imagem)
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Bilhete postal triplo, circulado em 1913.
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*"Povo que não conhece sua história está condena...