domingo, maio 06, 2012

sábado, maio 05, 2012

Pra lua cheia de Touro, hoje

Ando distraidamente abandonado, os olhos sob o chapéu escondidos, mãos no bolso e gola levantada, ando assoviando às estrelas que surgiram. E a lua vermelha me fala de ti, eu lhe pergunto se esperas por mim, e me responde: "Se o queres saber, aqui não tem ninguém." E eu chamo o nome para encontrar-te, mas toda gente que fala de ti, responde: "É tarde o que queres saber? Aqui não tem ninguém!" Lua vermelha, quem me será sincera? Lua vermelha, ela foi embora outra noite sem me ver. E eu digo ainda que espera por mim, fora ao balcão esta noite às três, e suplica aos Santos para me ver. Mas não tem ninguém! Mil e mais encontros eu tive, tantos e mais cigarros acendi, mil taças de café bebi, mil bocas amargas beijei. E a lua vermelha me fala de você, eu lhe pergunto se esperas por mim, e me responde: "Se o queres saber, aqui não tem ninguém." Aqui não tem ninguém!

terça-feira, abril 24, 2012

sábado, abril 21, 2012

A poesia é para comer,em Lisboa

Será lançado no próximo sábado na feira do Livro de Lisboa A Poesia é para Comer, da Babel , organizado por Ana Vidal, do qual também participo, orgulhosa, com uma poesia, ao lado de tantos grandes poetas. Poesias, pinturas, receitas, muito belo livro.

terça-feira, abril 17, 2012

1976 "Confusão Urbana Suburbana e Rural" é lançado pela RCA Victor, com produção de Martinho da Vila, com quem Paulo Moura tocava pelo mundo afora. Este LP, considerado um marco da musica instrumental popular brasileira, fascina o público e a crítica especializada ao misturar percussão afro- suburbana a instrumentos de sopro de big bands e aos chorões.

Tinhorão e a Vila Buarque

quarta-feira, abril 11, 2012