quinta-feira, maio 01, 2014

Lúcio Flavio Pinto entre os 100 Heróis da Liberdade de Informação

O querido amigo Lucio Flavio Pinto é o único brasileiro na lista dos cem Heróis da Liberdade de Informação, ao lado de nomes globalmente conhecidos, como o do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, e o do ex-analista da NSA Edward Snowden, O jorrnalista Lúcio Flávio Pinto é o único brasileiro presente na lista dos 100 "heróis da informação" da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), publicada nesta terça-feira por causa do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que será celebrado no próximo dia 3 de maio. Ele publica desde 1987, com seu irmão- o artista gráfico Luiz Pinto-- o Jornal Pessoal, em Belém. http://www.lucioflaviopinto.com.br/ Trata-se de um quinzenário individual que circula em Belém sem qualquer tipo de publicidade, e que tem como diferencial em relação ao restante da imprensa paraense o não alinhamento a nenhum dos grupos políticos e empresariais do estado. O jornalista ao qual "mais de 30 processos judiciais não impediram de seguir escrevendo sobre tráfico de drogas, desmatamento e corrupção", aparece como o único brasileiro da lista, embora haja 14 profissionais latino-americanos na lista. Ameaças, sequestros, prisões e assédio policial são alguns dos pontos que conformam o "denominador comum" desses 100 comunicadores homenageados pela RSF na lista, que conta com nomes globalmente conhecidos, como o do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, e o do ex-analista da NSA Edward Snowden, além de Glenn Greenwald e Laura Poitras.

terça-feira, janeiro 28, 2014

sexta-feira, dezembro 13, 2013

sábado, outubro 12, 2013

Belchior a palo seco

E eu quero é que esse canto torto, Feito faca, corte a carne de vocês.

sexta-feira, setembro 27, 2013

sábado, setembro 14, 2013

Um poema para Luiz Gushiken

Eu estava me preparando para caminhar neste lindo sábado de sol em Poços de Caldas, quando soube. É tão bonito ver quantas pessoas o amavam. O amavam por causa da pessoa, e só por ser esta pessoa humana pôde ser amado pela atuação política. Porque o ser humano vem antes do ser político. Vejam, diz aqui a Tita Dias: “Uma vida inteira acreditando na humanidade. Uma vida inteira ampliando o sentido da palavra amor. Valeu pelas opiniões, conselhos, ensinamentos e solidariedade que fizeram diferença pra valer nos rumos da minha vida. Na vida do país eu não preciso falar.” Um beijo eterno para Luiz Gushiken. Abaixo vídeo que encontrei em comentário de Clovis Libanio, na página de Reiko Miura. E um poema que escrevi quarta-feira.
Um poema para Luiz Gushiken Noite alta, madrugada de silêncios sem seriemas. As seriemas não gritam agora, só debaixo do sol. As seriemas não têm medo dos humanos. E à noite dormem sossegadas. Eu não. Eu vejo a foto sorridente dele, cercado por amigas que também sorriem e pela mulher Ele está morrendo. Disse antes, quando podia falar, que não leva mágoas nem rancores Minha amiga conta a ele que escrevi um texto lido na Fé Bahai, que é a sua trilha: “A luz de uma lâmpada é boa, seja ela qual for” Eu escrevi: Se existe uma luz, mas não é da lâmpada à qual nos acostumamos, não vamos apagar. Para nos livrar das trevas, a luz, qualquer luz. Minha amiga perguntou se ele se lembrava de mim. Ele moveu a cabeça dizendo sim, e sorriu. . Poços de Caldas, 11 de setembro de 2013 2H32m

quarta-feira, setembro 04, 2013

Republicando, de 2009: O árduo ofício do colunismo

Deu na Coluna do jornalista de O Globo Ancelmo Goes de domingo, 18 de abril de 2009
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Samba x bossa nova

De Ruy Castro sobre o abraço (registrado outro dia em foto aqui na coluna) que deu em José Ramos Tinhorão, com quem vive divergindo no embate bossa nova x samba:
— Aos que estranharam meu abraço no Tinhorão, arquiinimigo da bossa nova, explico: sou fã de Tinhorão como historiador da cultura popular brasileira. Concordo com tudo que ele diz... de 1900 para trás.

É que...

O movimento da bossa nova surgiu em 1958.
Ah, bom!
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Ruy Castro esteve no dia 14 na festa promovida pela Livraria Folha Seca em homenagem ao Tinhorão. Não ouvi exatamente o que o Tinhorão disse a ele-- estávamos em mesinhas na calçada, muito ruído--, mas acho que foi sobre não ter publicado algo importante no seu livro sobre Carmen Miranda, quando voltar a SP pergunto a ele. Parece que Castro não se referiu ao fato de o Bando da Lua não ter podido acompanhar Carmen nos EUA, em função de uma lei que preserva o mercado para músicos norte-americanos .(Eles são ciosos da defesa do seu mercado, tanto que, como sempre assinala Tinhorão, no disco gravado por Sinatra e Jobim, há composições de dois músicos norte-americanos- exigência do Sindicato local.)

Depois desse papo, ouvi Castro dizer que gosta muito de Tinhorão, e vice-versa. Pediu autógrafo dele e também tirou foto. Tinhorão comentou depois: "Eu sou o único a quem os desafetos ainda pedem autógrafo e tiram foto".

Não vi a foto que Ancelmo diz ter publicado, e creio que talvez Castro não tenha passado a ele o leve bate-boca com Tinhorão. Vejam vocês como é a vida jornalística e o árduo ofício do colunismo...